Próximos Eventos - congresso dos Jovens








Permite que casais de baixa renda oficializem a união sem custos de cartório, processamento e certificações.
O Instituto Criança Alegria é uma organização não governamental localizada na Ilha de Marajó, no estado do Pará, que visa promover a inclusão social e o desenvolvimento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. Por meio de programas educacionais, culturais e esportivos, a ONG trabalha para oferecer a esses jovens oportunidades de crescimento, educação e cidadania.
Pai,
Em nossos melhores momentos, por tua graça, não estamos dormindo no Getsêmani. Estamos acordados e ouvindo a oração do teu Filho. Ele sabe, lá no fundo, que deve sofrer. Mas em sua perfeita humanidade, ele clama: “Se possível, passa de mim este cálice”.
Da mesma forma, sentimos, lá no fundo, que essa pandemia é designada, em tua sabedoria, para propósitos bons e necessários. Nós também devemos sofrer. Teu Filho era inocente. Nós não somos.
No entanto, em nossa humanidade menos do que perfeita, com ele também clamamos: Se possível, passa de nós este cálice. Faze rapidamente, ó Senhor, o trabalho doloroso, justo e misericordioso que resolvestes realizar. Não te demores em julgamento. Não demore a tua compaixão. Lembra-te dos pobres, ó Senhor, de acordo com a tua misericórdia. Não esqueças o grito dos aflitos. Conceda recuperação. Conceda uma cura. Livra-nos — tuas pobres criaturas indefesas — dessas tristezas, oramos.
Mas não desperdices a nossa miséria e tristeza, ó Senhor. Purifica o teu povo da preocupação impotente com o materialismo estéril e o entretenimento sem Cristo. Torna a isca de Satanás amarga em nossas bocas. Corta de nós as raízes e os restos do orgulho, do ódio e dos caminhos injustos. Concede-nos a capacidade de ficarmos indignados quando menosprezamos a tua glória. Abre os olhos do nosso coração para ver e saborear a beleza de Cristo. Inclina nossos corações à tua palavra, teu Filho e teu caminho. Enche-nos com coragem compassiva. E faze um nome para ti mesmo através do serviço do teu povo.
Estende a tua mão em grande avivamento para o bem deste mundo que perece. Que as terríveis palavras do Apocalipse não sejam proferidas nesta geração: “Porém, não se arrependeram”. Assim como feristes corpos, atinje agora as almas adormecidas. Proíbe que eles permaneçam adormecidos nas trevas do orgulho e da descrença. Em tua grande misericórdia, fala a esses ossos: “Viva!” E alinha os corações e as vidas de milhões com o valor infinito de Jesus.
Em nome de Jesus, amém.
Artigo adaptado do livro Coronavírus e Cristo, de John Piper.
O Senhor Jesus também nos disse há muito tempo, “Mas à meia-noite ouviu-se um grito: Eis o noivo! saí-lhe ao encontro!” (Mateus 25:6). “…buscai, e achareis; batei e abrir-se-vos-á” (Mateus 7:7). Isso significa que as pessoas estarão pregando e testificando quando o Senhor voltar. Ao ouvir as palavras “o noivo vem”, as pessoas devem procurar e investigar ativamente a volta do Senhor, pois somente assim poderão receber bem a volta do Senhor. A partir de agora, em todo o mundo, apenas a Igreja de Deus Todo-Poderoso está testificando que o Senhor Jesus retornou. Ele expressou a verdade e realiza a obra de julgamento, começando na casa de Deus, cumprindo assim as profecias do Senhor Jesus: “Ainda tenho muito que vos dizer; mas vós não o podeis suportar agora. Quando vier, porém, Aquele, o Espírito da verdade, Ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por Si mesmo, mas dirá o que tiver ouvido, e vos anunciará as coisas vindouras” (João 16:12-13). “Quem Me rejeita, e não recebe as Minhas palavras, já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o julgará no último dia” (João 12:48). E 1 Pedro 4:17 diz, “Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus.” Deus Todo-Poderoso realiza a obra de julgamento e castiga com base na obra redentora do Senhor Jesus. Ainda que creiamos no Senhor e recebamos perdão por nossos pecados, nossa natureza pecaminosa ainda está dentro de nós. Então, o que experimentamos é arrogância e presunção, desonestidade e ardil, egoísmo e baixo instinto, maldade e cobiça entre outros caracteres satânicos. Estamos sempre pecando e nos rebelamos contra Deus e a Ele resistimos, incapazes de nos libertar das amarras do pecado. Portanto, quando o Senhor Jesus retornar nos últimos dias, ainda terá que realizar a obra de julgamento e de purificação do homem, livrar completamente a humanidade da sua natureza pecaminosa, salvá-la da influência de Satanás e dos desastres e levá-la ao reino de Deus. Como diz Deus Todo-Poderoso: “Embora tenha feito muita obra entre os homens, Jesus apenas completou a redenção de toda a humanidade e tornou-Se oferta pelo pecado do homem; Ele não livrou o homem de todo o seu caráter corrupto. Salvar o homem plenamente da influência de Satanás não exigiu apenas que Jesus Se tornasse a oferta pelo pecado e carregasse os pecados do homem, mas também exigiu que Deus fizesse uma obra maior ainda para livrar o homem completamente de seu caráter satanicamente corrompido. E assim, agora que o homem teve seus pecados perdoados, Deus voltou para a carne para guiar o homem até a nova era e começou a obra de castigo e julgamento. Esta obra tem trazido o homem a um reino superior. Todo aquele que se submete ao Seu domínio há de desfrutar de uma verdade maior e de receber bênçãos maiores. Eles hão de viver verdadeiramente na luz e de ganhar a verdade, o caminho e a vida”.
Diante desse evangelho sobre a vinda do reino dos céus, quantas pessoas buscarão ativamente e investigarão o caminho verdadeiro? Muitas pessoas são indiferentes e insistem em permanecer na escuridão. Não buscam ou investigam de forma nenhuma a aparição e a obra de Deus, tampouco se concentram para ouvir a voz de Deus e assim acolher o retorno do Senhor. Qual o problema disso? Isso mostra que nós, humanos, não amamos a verdade; apenas queremos ser arrebatados ao reino dos céus e receber bênçãos. Não queremos ser julgados e castigados, mas estamos cheios de todos os tipos de caracteres corruptos e satânicos. Então, como podemos ser purificados sem experimentar o julgamento de Deus e o trabalho de purificação nos últimos dias? As pessoas ainda vivem em pecado, resistindo a Deus e se rebelando contra Ele todo tempo, em qualquer lugar, e algumas ainda fazem de tudo para condenar e resistir à aparição e à obra de Deus. Esse tipo de pessoa pode escapar da grande tribulação? As palavras de Deus diz: “Quando a humanidade estava cheia de corrupção e seriamente desobediente a Deus, Ele teve de destruir essa humanidade, por causa de Seu caráter e Sua essência, e de acordo com Seus princípios. Mas, por causa da essência de Deus, mesmo assim Ele teve pena da humanidade e até quis usar várias maneiras de redimir a humanidade para que ela pudesse continuar a viver. Em vez disso, o homem se opôs a Deus, continuou a desobedecer a Ele e se recusou a aceitar Sua salvação, isto é, recusou-se a aceitar Suas boas intenções. Não importava como Deus o chamasse, o lembrasse, o suprisse, o ajudasse ou o tolerasse, o homem não compreendia nem apreciava, nem prestava atenção. Em Sua dor, Deus ainda não Se esquecia de dar ao homem Sua máxima tolerância, esperando que o homem voltasse. Depois de chegar ao Seu limite, Ele fez o que tinha de fazer sem hesitação alguma. Em outras palavras, houve um período específico de tempo e um processo desde o momento em que Deus planejou destruir a humanidade até o início oficial de Sua obra, ao destruir a humanidade. Esse processo existiu com o propósito de capacitar o homem a voltar, e foi a última chance que Deus deu ao homem. Então, o que Deus fez nesse período antes de destruir a humanidade? Deus executou uma quantidade significativa da obra de lembrar e exortar”. “Na vasta extensão do mundo, ocorreram incontáveis mudanças, oceanos acumularam terra formando campos, campos ficaram alagados e formaram oceanos, repetidamente. Ninguém é capaz de liderar e guiar esta raça humana, a não ser Aquele que governa todas as coisas no universo. Não há ninguém poderoso para trabalhar e fazer os preparativos para esta humanidade, muito menos alguém que seja capaz de liderar esta espécie humana para seu destino de luz e libertá-la das injustiças terrenas. Deus lamenta o futuro da humanidade, Ele sofre por sua queda, padece que a humanidade marche, passo a passo, para a decadência e à senda sem retorno. Uma humanidade que partiu o coração de Deus e renunciou a Ele para buscar o Maligno: alguém já pensou no rumo que uma humanidade como esta poderia seguir? É precisamente por essa razão que ninguém sente a ira de Deus, que ninguém busca uma forma de agradar a Deus nem tenta se aproximar de Deus, e, além disso, que ninguém busca compreender a tristeza e a dor de Deus. Mesmo após ouvir a voz de Deus, o homem continua em sua própria senda, persiste em se desviar de Deus, evitando a graça e o cuidado de Deus, rejeitando a verdade de Deus e preferindo se vender para Satanás, o inimigo de Deus. E quem foi que pensou — caso o homem persista em sua teimosia — em como Deus agirá em relação a esse homem que O dispensou sem sequer um olhar para trás? Ninguém sabe que a razão para os repetidos avisos e exortações de Deus são porque Ele preparou em Suas mãos uma calamidade como nunca houve, que será insuportável para a carne e a alma do homem. Essa calamidade não é meramente uma punição da carne, mas também da alma”.
Podemos compreender, a partir das palavras de Deus, que Ele tem a essência da santidade e abomina os pecados da humanidade. Uma vez que o homem é muito corrupto, Deus não tem outra escolha, a não ser permitir que desastres atinjam a humanidade; Entretanto, já que Ele criou o homem, também não pode suportar vê-lo destruído dessa maneira, e portanto, antes da grande tribulação, Ele dará a todos a oportunidade de aceitar a Sua salvação nos últimos dias. O mesmo aconteceu quando Deus permitiu que Noé pregasse o evangelho, quando ao longo de mais de um século, Deus deu ao homem a oportunidade de vir a Ele para receber Sua salvação, mas como, naquele tempo, o homem não entendeu que a intenção de Deus era salvá-lo, fez-lhe oposição e a resistiu obstinadamente. O homem não aceitou a salvação de Deus e foi finalmente destruído pela inundação. Isso acontece também com a segunda vinda do Senhor nos últimos dias. O homem já teve bastante tempo, Deus Todo-Poderoso tem trabalhado por quase 30 anos, desde o ano 1991. A Palavra manifesta em carne como foi expressa por Deus Todo-Poderoso, também em vários filmes evangélicos, em histórias em quadrinhos, em cantos de corais e em todos os tipos de testemunhos feitos pelo povo escolhido por Deus que sofreu a transformação de seus caracteres — todos produzidos pela Igreja de Deus Todo-Poderoso — e publicados on-line. Em todo o mundo, há pessoas de que os usam durante suas buscas e investigações. Deus também faz uso das pessoas que pregam para nós e testemunham a Sua obra nos últimos dias. O evangelho da vinda do reino dos céus se espalhou por todo o mundo. Quantas pessoas buscaram e investigaram ativamente o verdadeiro caminho? Como é que essas pessoas corruptas que resistem e rejeitam a Deus podem escapar da Sua ira? A partir de agora, a obra de Deus nos últimos dias está prestes a terminar. A grande tribulação, nunca experimentada em milênios, é iminente. Como o Senhor Jesus profetizou: “Porque haverá então uma tribulação tão grande, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem jamais haverá” (Mateus 24:21). O tempo que Deus deu ao homem está se esgotando e a porta da graça logo será fechada. Se o homem continuar a rejeitar e resistir a Deus e se recusar a aceitar a obra de Deus nos últimos dias, irá ofender a dignidade de Deus, fará crescer Sua ira e será destruído por Deus na grande tribulação, nuncaexperimentada em milênios. Portanto, agora entendemos que Deus está permitindo que esses desastres ocorram como um meio de nos avisar e nos recordar. Isso nos mostra que Deus é misericordioso e cuida de nós e que nos deu a oportunidade de nos arrepender. Tudo o que podemos fazer é aproveitar esta importante oportunidade para buscar e investigar sobre a aparição e o trabalho de Deus nos últimos dias, aceitar a Sua obra de julgamento por meio das palavras nos últimos dias e purificar os nossos caracteres corruptos. Quando Deus perceber nossa sinceridade, teremos Sua proteção contra os desastres.
Eu confio que todos nós estamos familiarizados com a palavra “Cristo”. Na Bíblia, foi registrado: “Mas vós, perguntou-lhes Jesus, quem dizeis que Eu sou? Respondeu-lhe Simão Pedro: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. Disse-lhe Jesus: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelou, mas Meu Pai, que está nos céus” (Mateus 16:15–17). Muitas pessoas veem esses versículos e dizem sem pensar: “Cristo é o Senhor Jesus encarnado” ou “Cristo é o Messias, o Filho de Deus”, e outros dizem: “Cristo é o Filho do Homem”, “Cristo significa o Ungido.” Mas diante dessas afirmações, algumas pessoas ficam intrigadas: os profetas, os reis e os sacerdotes do Antigo Testamento foram todos ungidos, então por que eles não são chamados de Cristo, mas apenas o Senhor Jesus é chamado de Cristo?

Para abordar essa questão, primeiro, vamos ver duas passagens das palavras de Deus: “O Deus encarnado é chamado de Cristo e Cristo é a carne vestida pelo Espírito de Deus. Essa carne é diferente de qualquer homem que é da carne. Essa diferença existe porque Cristo não é de carne e sangue, mas é a encarnação do Espírito. Ele tem tanto uma humanidade normal como uma divindade completa. Sua divindade não é possuída por nenhum homem. Sua humanidade normal sustenta todas as Suas atividades normais na carne, enquanto Sua divindade realiza a obra do Próprio Deus.” “Deus tornado carne é chamado de Cristo, logo, o Cristo que pode dar a verdade às pessoas é chamado de Deus. Não há nada de excessivo nisso […] Cristo não é meramente a manifestação de Deus na terra, mas também a carne específica assumida por Deus enquanto Ele realiza e conclui Sua obra entre os homens. Essa carne não é do tipo que pode ser substituída por qualquer homem, mas do tipo que é capaz de suportar adequadamente a obra de Deus na terra, de expressar o caráter de Deus, de representar bem a Deus e de fornecer vida ao homem.” Essas duas passagens revelam aspectos da verdade sobre o Deus encarnado. Cristo é Deus feito carne, isto é, a realização do Espírito de Deus em um corpo carnal com humanidade e pensamento normal. Ele se torna uma pessoa comum para trabalhar e falar no mundo humano. Por fora, Cristo é Filho do homem comum, mas essencialmente diferente de qualquer ser humano já criado. O homem criado tem apenas a humanidade, sem o menor vestígio da essência divina. Cristo, no entanto, não tem só a humanidade. Mais importante, tem plena divindade. Ele tem a essência de Deus e pode representar Deus, expressar todas as verdades como o Próprio Deus, expressar o caráter de Deus e tudo o que Deus tem e é, e dotar o homem com a verdade, o caminho e a vida. Exatamente como disse o Senhor Jesus: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida” (João 14:6). Cristo é a manifestação de Deus na terra. Há dois mil anos, o Senhor Jesus veio à Terra para operar, encerrou a Era da Lei, iniciou a Era da Graça, expressou as verdades exigidas para a obra da redenção, ensinou as pessoas a confessar seus pecados, arrepender-se, amar os outros como a si mesmos, e realizou todos os tipos de milagres, como curar os enfermos, expulsar demônios, fazer os cegos enxergarem, os coxos andarem, curar os leprosos, ressuscitar os mortos, alimentar 5.000 pessoas com cinco pães e dois peixes, acalmar o vento e o mar com uma palavra e assim por diante. Toda essa obra foi uma expressão direta de Sua divindade e também uma manifestação da autoridade e poder de Deus. Estas são coisas que nenhum ser humano pode possuir ou alcançar. É porque Cristo expressa Sua obra divina em um corpo carnal com a humanidade normal, e pode demonstrar a verdade a qualquer hora e em qualquer lugar, alimentando, regando, pastoreando o homem e guiando toda a humanidade, que podemos dizer que Ele é Cristo, o próprio Deus encarnado.
Assim, por que os profetas e as pessoas usadas por Deus não podem ser chamados de Cristo? Existe mesmo uma verdade a ser buscada. Vamos ler algumas passagens da palavra de Deus: “Isaías, Ezequiel, Moisés, Davi, Abraão e Daniel foram líderes ou profetas entre o povo escolhido de Israel. Por que eles não foram chamados de Deus? Por que o Espírito Santo não deu testemunho deles? Por que o Espírito Santo deu testemunho de Jesus assim que Ele iniciou Sua obra e começou a proferir Suas palavras? E por que o Espírito Santo não deu testemunho dos outros? Eles, homens que eram de carne, eram todos chamados de ‘Senhor’. Independentemente da denominação que recebiam, sua obra representa seu ser e substância, e seu ser e substância representam sua identidade. Sua substância não está relacionada às suas denominações; é representada pelo que expressaram e pelo que viveram. No Antigo Testamento, não havia nada fora do comum em ser chamado de Senhor, e uma pessoa poderia ser chamada de qualquer forma, mas sua substância e identidade inerentes eram imutáveis.” “As palavras do Deus encarnado inauguram uma nova era, guiam toda a humanidade, revelam mistérios e mostram ao homem a direção que ele deve tomar na nova era. O esclarecimento obtido pelo homem nada mais é que instruções simples para prática ou conhecimento. Não pode guiar toda a humanidade para uma nova era nem revelar os mistérios do Próprio Deus. No final das contas, Deus é Deus e o homem é o homem. Deus tem a essência de Deus e o homem tem a essência do homem.”Dessas passagens, podemos ver com facilidade que a essência do Senhor Jesus Cristo é Deus, que Ele pode fazer diretamente a obra de Deus, expressar tudo o que Ele tem e é, e dar às pessoas a verdade, o caminho e a vida. Ninguém mais poderia fazer isso em seu lugar, ou de qualquer outra obra. Aqueles que são corrompidos por Satanás possuem apenas humanidade, não podem expressar a verdade e não podem realizar a obra de Deus. Assim como na Era da Lei, no Antigo Testamento, muitos profetas antigos, como Moisés, Daniel e Isaías, levaram as pessoas a obedecer aos mandamentos e às palavras de Deus com base na obra de Dele na Era da Lei, espalhando profecias entre os israelitas, como instruídos por Deus, ou transmitindo as palavras Dele, tais como lembretes e admoestações aos israelitas, e assim por diante. E tudo isso vai de encontro com os deveres do homem. Sem as instruções de Deus, o papel de transmitir as Suas palavras não existiria. Isso prova que os próprios profetas não tinham verdade ou o caminho da vida. Eles eram simplesmente pessoas que foram usadas por Deus e cooperaram com a obra do Espírito Santo. Embora sejam chamados de ungidos, eles não são cristos. Portanto, Deus tem a essência de Deus e, o homem, a essência de homem. Para dizer que alguém é Cristo, esse alguém deve ter a essência de Deus, expressar a verdade e se capaz de realizar a obra de salvar a humanidade. Não é uma questão apenas de nome. Não importa como sejam chamados, os seres criados são sempre humanos, não o Cristo. Portanto, podemos entender Cristo como a encarnação do Espírito de Deus. A essência de Cristo é a combinação da humanidade normal e da divindade completa. Ele é o próprio Deus na terra.
Com essa comunhão, acredito que agora temos alguma compreensão do que é o Cristo. Para entender mais claramente este aspecto da verdade, também precisamos buscar e contemplar mais, porque isso é muito útil para nós recebermos o retorno do Senhor. A Bíblia profetiza: “Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até o ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem” (Mateus 24:27). “Pois, assim como o relâmpago, fuzilando em uma extremidade do céu, ilumina até a outra extremidade, assim será também o Filho do homem no seu dia. Mas primeiro é necessário que Ele padeça muitas coisas, e que seja rejeitado por esta geração” (Lucas 17:24–25). Essas profecias mencionam: “a vinda do Filho do homem,” e todos nós sabemos que o Senhor Jesus encarnado é chamado de Filho do Homem e de Cristo. Então a “a vinda do Filho do homem” mencionada pelo Senhor Jesus, muito provavelmente, se refere a Deus retornando encarnado nos últimos dias. A forma como entendemos o Deus encarnado e como entendemos o Cristo dos últimos dias está diretamente relacionada à questão de saber se podemos obter a salvação de Deus, por isso, devemos buscar com cuidado a obra e as palavras de Deus, bem como ouvir a Sua voz, se formos receber a manifestação do Senhor.
“Ele voltou, pois, a Caná da Galileia, onde transformara água em vinho. Havia então em Cafarnaum um oficial do rei, cujo filho estava doente. Ao ouvir que Jesus vinha da Judeia para a Galileia, foi a ele e rogou-lhe que descesse e curasse seu filho, que estava prestes a morrer. Disse-lhe Jesus: Se não virdes milagres e prodígios, não credes… Pediu-lhe o oficial: Senhor, desce antes que meu filho morra! Vai, disse-lhe Jesus, o teu filho está passando bem! O homem acreditou na palavra de Jesus e partiu. Enquanto ia descendo, os criados vieram-lhe ao encontro e lhe disseram: Teu filho está passando bem. Indagou então deles a hora em que se sentira melhor. Responderam-lhe: Ontem à sétima hora a febre o deixou. Reconheceu o pai ser a mesma hora em que Jesus dissera: Teu filho está passando bem. E creu tanto ele como toda a sua casa.” (João 4, 46-53)
(Um momento de silêncio para que a Palavra de Deus com seu poder penetre em seu coração e encha você de fé: Deus pode fazer esta cura novamente!)
A Bíblia diz: “Chegai-vos para Deus, e ele se chegará para vós” (Tiago 4:8). Como cristãos, só ao nos aproximar de Deus e ter uma interação real com Deus é que podemos manter um relacionamento normal com Deus e obter a obra do Espírito Santo. É como duas pessoas se associando uma à outra, que só conseguem manter um relacionamento estreito por um longo tempo sendo mais abertas uma com a outra, comunicando-se mais quando encontram problemas e se entendendo e se respeitando mutuamente. Nesta era de vida acelerada, no entanto, empregos sobrecarregados, relacionamentos complicados e tendências sociais malignas nos atraem e nos ocupam cada vez mais. O nosso coração é facilmente perturbado por pessoas, acontecimentos e coisas do mundo exterior, o que nos impede de manter um relacionamento normal com Deus. Isso leva a nos distanciarmos cada vez mais de Deus e, quando encontramos problemas, fica muito difícil de nos aquietar diante de Deus, nos aproximar de Deus e buscar o esclarecimento e a orientação do Espírito Santo. Quando fazemos coisas, em geral as fazemos sem qualquer orientação ou propósito corretos e o nosso espírito fica em um estado constante de vazio e agitação. Então, como exatamente podemos manter um relacionamento estreito com Deus? Só precisamos compreender os quatro pontos a seguir, e o nosso relacionamento com Deus definitivamente se estreitará mais.
1. Ore para Deus com um coração honesto e seja tocado pelo Espírito Santo

A oração é o canal pelo qual nos comunicamos com Deus. Através da oração, o nosso coração é mais capaz de se aquietar diante de Deus, de contemplar a palavra de Deus, de buscar a vontade de Deus e estabelecer um relacionamento normal com Deus. Mas na vida, por estarmos ocupados com trabalho ou tarefas domésticas, em geral só conseguimos fazer as orações sem nos envolver e simplesmente tratamos Deus de modo superficial, dizendo umas poucas palavras desatentas. Quando nos ocupamos com as primeiras coisas da manhã, como, por exemplo, ir trabalhar, ou com quaisquer outras tarefas, oramos com pressa: “Ó Deus! Confio o trabalho de hoje em Tuas mãos e confio a Ti os meus filhos e os meus pais. Entrego tudo em Tuas mãos e Te peço que me abençoe e me proteja. Amém!”. Tratamos Deus de modo superficial, dizendo umas poucas palavras aleatórias. O nosso coração não se aquieta e tampouco temos qualquer interação real com Deus. Às vezes, dizemos umas palavras que soam agradáveis e às vezes umas palavras vazias e prepotentes na oração para Deus, mas não dizemos a Deus o que se passa em nosso coração. Ou às vezes, quando oramos, recitamos certas palavras de cor e dizemos aquelas mesmas palavras velhas e rotineiras toda vez, e elas se tornam uma oração de um ritual religioso. Muitas orações assim são ditas em nossa vida – orações que se agarram às regras, orações nas quais não abrimos o coração para Deus nem buscamos a vontade de Deus. Deus odeia quando fazemos orações sem sinceridade, porque oração desse tipo só diz respeito à aparência exterior e ao ritual religioso, e não existe interação real com Deus em nosso espírito. Pessoas que oram assim estão tratando Deus de modo superficial e enganando a Deus. Portanto, orações como essas não são ouvidas por Deus e fica muito difícil para as pessoas que oram assim serem tocadas pelo Espírito Santo. Ao orar desse modo, elas são incapazes de sentir a presença de Deus, o espírito delas fica sombrio e fraco e seu relacionamento com Deus se distancia cada vez mais.
O Senhor Jesus disse: “Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade” (João 4:24). Deus é o Criador que preenche todo o céu e toda a terra. Ele está do nosso lado o tempo todo, observando cada palavra e ação nossas, cada pensamento e ideia. Deus é supremo, absolutamente digno, e, quando oramos para Deus, nós adoramos a Deus e precisamos nos apresentar a Deus com um coração sincero. Portanto, quando oramos para Deus, precisamos ter um coração temente a Deus, falar com Deus de modo sincero e verdadeiro, levar o nosso estado real, as nossas dificuldades e adversidades para Deus e falar disso para Ele, e precisamos buscar a vontade de Deus e buscar o caminho da prática, pois só assim as nossas orações serão conformes à vontade de Deus. Por exemplo, encontramos algumas dificuldades na vida, ou nos vemos vivendo uma situação em que estamos constantemente pecando e confessando, e nos sentimos atormentados. E então abrimos o nosso coração para Deus, contamos esses problemas para Deus e buscamos a vontade de Deus, e Deus verá a nossa sinceridade e nos tocará. Ele nos dará fé ou nos esclarecerá para entender a Sua vontade. Desse modo, passamos a entender a verdade e a ter um caminho para seguir. Por exemplo, quando reconhecemos verdadeiramente que as nossas orações só se agarram às regras e são apenas ditas como uma formalidade, ou quando falamos de maneira prepotente ou vazia, sem termos qualquer interação real com Deus, então podemos orar assim: “Ó Deus! Quando orei antes, eu só estava Te tratando de modo superficial. Tudo que eu disse foi dito para Te enganar e eu não estava falando com sinceridade; eu me sinto em débito Contigo. De hoje em diante, desejo orar com o meu coração. Direi a Ti tudo que se passa em meu coração, Te adorarei com um coração honesto e pedirei a Tua orientação”. Quando nos abrimos para Deus assim, do fundo do nosso coração, o nosso coração fica então tocado. Então vemos o quanto nos rebelamos contra Deus e desejamos mais ainda nos arrepender verdadeiramente para Deus e Lhe falar sinceramente. Nesse momento, vamos sentir que o nosso relacionamento com Deus está extremamente estreito, como se estivéssemos frente a frente com Ele. Esse é o resultado de abrir o nosso coração para Deus.
Abrir o nosso coração para Deus não tem nada a ver com o quanto dizemos a Ele, nem com usarmos ou não palavras ostentosas ou linguagem rebuscada. Enquanto abrimos o nosso coração para Deus, Lhe falamos do nosso verdadeiro estado e buscamos a Sua orientação e o Seu esclarecimento, então Deus nos ouvirá, mesmo se dissermos apenas umas poucas palavras singelas. Quando nos aproximamos de Deus dessa maneira com frequência, seja em reuniões ou durante a devoção espiritual, ou quando estamos caminhando pela rua ou sentados no ônibus ou no trabalho, o nosso coração sempre estará silenciosamente se abrindo para Deus em oração. Sem estarmos cientes disso, o nosso coração pode então se aquietar ainda mais diante de Deus, entenderemos mais a vontade de Deus e, quando encontrarmos problemas, vamos saber como praticar a verdade para satisfazer a Deus. Dessa forma, o nosso relacionamento com Deus se tornará muito mais normal.
2. Ao ler as palavras de Deus, contemple-as com o coração e você compreenderá o verdadeiro significado delas

Os cristãos praticam as devoções espirituais e leem as palavras de Deus todos os dias. Como podemos ler as palavras de Deus de modo que tanto alcancem bons resultados como também possam permitir que o nosso relacionamento com Deus se estreite mais? A palavra de Deus diz: “As pessoas creem em Deus, amam a Deus e satisfazem a Deus tocando o Espírito de Deus com seu coração, obtendo, assim, Sua satisfação; quando se envolvem com as palavras de Deus com o coração, elas são, portanto, movidas pelo Espírito de Deus” (de “Estabelecer um relacionamento adequado com Deus é muito importante”). As palavras de Deus nos dizem que, quando lemos Suas palavras, precisamos contemplá-las e buscar com o nosso coração, precisamos obter o esclarecimento e a iluminação do Espírito Santo e precisamos entender a vontade de Deus e o que Ele exige de nós. Só ao ler as palavras de Deus dessa forma é que os nossos esforços darão fruto e nós nos aproximaremos de Deus. Quando lemos as palavras de Deus, se só passarmos os olhos por elas sem prestar muita atenção, se só nos concentrarmos em entender algumas letras e doutrinas para nos exibirmos e não prestarmos atenção em compreender o verdadeiro significado das palavras de Deus, então podemos ler o quanto for, mas não estaremos de acordo com a Sua vontade e menos ainda seremos capazes de estabelecer um relacionamento normal com Deus.
Portanto, quando lemos as palavras de Deus, precisamos aquietar o nosso coração e usá-lo para ponderar por que Deus diz tais coisas, qual é a vontade de Deus e quais resultados Deus deseja alcançar conosco dizendo tais coisas. Só ao contemplar profundamente Suas palavras dessa forma é que podemos entender a vontade de Deus e ser mais segundo Seu coração, e o nosso relacionamento com Deus se tornará cada vez mais normal. Por exemplo, vemos que o Senhor Jesus diz: “Em verdade vos digo que se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus” (Mateus 18:3). Todos nós podemos entender o significado na superfície dessa afirmação, que Deus deseja que nos tornemos pessoas honestas. Mas as questões, tais como o significado de ser uma pessoa honesta, por que Deus ama pessoas honestas e como exatamente se tornar uma pessoa honesta, são questões que devemos contemplar com mais profundidade. Pela leitura e oração e contemplando as palavras de Deus, entendemos então que a essência de Deus é fiel e que não existe falsidade nem logro em nada do que Deus diga ou faça, e por isso Deus ama pessoas honestas e odeia as enganosas. Deus exige que nos tornemos pessoas honestas, pois só nos tornando pessoas honestas segundo as exigências de Deus é que podemos ser conduzidos por Deus para o Seu reino. Então, como exatamente nos tornamos pessoas honestas? Em primeiro lugar, não devemos contar mentiras, mas precisamos ser puros e abertos e dizer o que está em nosso coração; em segundo lugar, não devemos agir de modo enganoso, mas precisamos ser capazes de desistir dos nossos interesses próprios e de enganar Deus e o homem; em terceiro lugar, não deve haver logro em nosso coração, não deve haver motivo nem objetivo pessoal em nossas ações, ao contrário, devemos agir só para praticar a verdade e satisfazer a Deus. Após essa luz ter sido alcançada por meio da contemplação, refletimos sobre as nossas ações e o nosso comportamento e então vemos que ainda temos muitas expressões de engano: quando estamos lidando com outras pessoas, muitas vezes não conseguimos deixar de mentir ou trapacear a fim de salvaguardar os nossos interesses, a reputação e o status próprios. Quando nos despendemos por Deus, podemos dizer em oração que desejamos amar a Deus e satisfazer a Deus, mas quando as provações nos acontecem, tais como o nosso filho adoecer ou nós mesmos ou uma pessoa da família perder o emprego, imediatamente começamos a reclamar com Deus, de tal forma que queremos até desistir do nosso trabalho na igreja; nisso, podemos ver que nos despendemos por Deus de uma maneira que é manchada, de uma maneira pela qual fazemos negócios com Deus. Despendemo-nos por Deus a fim de lucrar com Deus e não só para satisfazer a Deus. Esses são apenas alguns exemplos das nossas expressões de engano. A partir dessas expressões, podemos ver que não somos pessoas realmente honestas. Uma vez que vemos claramente as nossas falhas e deficiências, a determinação surge dentro de nós sedenta pela verdade e buscamos praticar mais as palavras de Deus em nossa vida. Esse é o resultado alcançado pela contemplação das palavras de Deus.
É claro que esse resultado não pode ser alcançado pela contemplação das palavras de Deus uma vez, mas, sim, pela contemplação de Suas palavras muitas vezes. Também precisamos praticar conscientemente as palavras de Deus sempre que encontrarmos problemas. Em suma, enquanto contemplarmos incansavelmente as palavras de Deus com o nosso coração, seremos então capazes de obter o esclarecimento e a iluminação do Espírito Santo. Um dia, ganharemos uma luz nova, no dia seguinte ganharemos um pouco mais de luz nova e, com o tempo, seremos capazes de entender mais sobre a verdade nas palavras de Deus, o caminho da prática se tornará mais claro, a nossa vida fará um progresso gradual e o nosso relacionamento com Deus se estreitará cada vez mais.
3. Busque a verdade e pratique a palavra de Deus em todas as coisas
Os pontos mais cruciais para os cristãos manterem um relacionamento normal com Deus é buscar a verdade quando encontram problemas e praticar segundo Sua palavra. Mas na vida, quando nos deparamos com problemas, em geral confiamos nas nossas experiências próprias ou empregamos métodos humanos para lidar com eles, ou lidamos com eles conforme as nossas preferências. Raramente nos aquietamos diante de Deus e buscamos a verdade ou lidamos com o problema conforme a vontade de Deus. Isso nos faz perder muitas oportunidades de praticar a verdade e nos afastamos cada vez mais de Deus. A palavra de Deus diz: “Não importa o que você está fazendo, não importa quão grande seja, e independentemente de você estar cumprindo sua obrigação na família de Deus ou de ser um assunto particular, você deve considerar se esse assunto se conforma com a vontade de Deus, e se esse assunto é algo que uma pessoa com humanidade deveria fazer. Se você busca a verdade em todas as coisas dessa forma, então você é uma pessoa que realmente crê em Deus” (de “Buscar a vontade de Deus é para o bem da prática da verdade”). “Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sois meus discípulos” (João 8:31). As palavras de Deus nos mostram uma senda clara. Se estivermos trabalhando na igreja ou lidando com questões que encontramos em nossa vida, precisamos sempre buscar a verdade e entender a vontade de Deus, ver como lidar com o assunto de uma maneira que atenda as exigências de Deus, usar a verdade para resolver todos os problemas que possamos encontrar e manter o nosso relacionamento normal com Deus.
Vejam como devemos buscar a verdade quando escolhemos o nosso cônjuge, por exemplo. Quando estamos procurando um parceiro, sempre nos guiamos pelas nossas preferências e nos concentramos na aparência exterior e no temperamento da pessoa, e procuramos um homem alto, rico e bonito, ou uma moça de pele clara, rica e bela, acreditando que só teremos um casamento feliz se nos casarmos com alguém assim, que viveremos uma vida de bem-estar, conforto e prazer físicos e que os outros terão inveja de nós. Mas já nos perguntamos se encontrar um parceiro assim é benéfico para a nossa crença em Deus e para a progressão da nossa vida? Se o nosso parceiro não acreditar em Deus e tentar nos impedir de acreditar em Deus, qual será o resultado? A Bíblia diz: “Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos” (2 Coríntios 6:14). A partir disso, podemos ver que as aspirações dos crentes e não crentes não combinam e não são mutuamente adequadas. Em suas abordagens quanto à fé e às tendências sociais, cada um terá opiniões próprias e buscará coisas diferentes: o cristão vai querer seguir o caminho de temer a Deus e evitar o mal, enquanto o não crente vai querer seguir as tendências malignas do mundo. Quando estamos unidos com um não crente, necessariamente seremos influenciados por ele, e a nossa progressão na vida será contida. Portanto, ao escolher um parceiro, precisamos levar em conta a humanidade e o caráter dessa pessoa e considerar se associar-se a ela vai beneficiar ou não a nossa crença em Deus, se estamos os dois na mesma frequência ou não e se as nossas aspirações estão de acordo ou não. Se não considerarmos essas coisas e só nos concentrarmos na aparência exterior e na situação familiar da pessoa, então, depois de nos casarmos, o sofrimento virá porque não estamos na mesma frequência. Se o nosso parceiro também tentar nos coagir e nos impedir de acreditar em Deus, isso arruinará ainda mais a nossa vida espiritual. Portanto, é possível ver que, seja qual for a questão que encontremos em nossa vida, só buscando a verdade, compreendendo a vontade de Deus e agindo segundo a vontade de Deus é que podemos viver sob o cuidado e a proteção de Deus e só assim podemos manter o nosso relacionamento normal com Deus.
4. Chegue diante de Deus e reflita sobre si mesmo todos os dias, mantendo assim o seu relacionamento estreito com Deus
Deus Jeová disse: “Considerai os vossos caminhos” (Ageu 1:7). Das palavras de Deus, podemos ver que refletir sobre nós mesmos é muito necessário para a nossa entrada na vida! Pela reflexão, podemos ver que temos muitas falhas e que estamos bem longe dos critérios exigidos por Deus. A motivação para buscar a verdade, portanto, surge em nós, decidimos abandonar a nossa carne e fazemos o melhor para praticar segundo a palavra de Deus. Desse modo, nós nos atentamos em agir segundo as exigências de Deus nas nossas experiências práticas, praticamos a palavra de Deus e o nosso relacionamento com Deus se torna cada vez mais normal. Por exemplo, aqueles que servem como líderes na igreja veem o que diz na Bíblia: “Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, não por força, mas espontaneamente segundo a vontade de Deus; nem por torpe ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores sobre os que vos foram confiados, mas servindo de exemplo ao rebanho” (1 Pedro 5:2-3). Portanto, devemos nos engajar na autorreflexão quando estivermos pastoreando nossos irmãos e irmãs e nos perguntar: estamos tendo o cuidado de testificar as palavras do Senhor e Sua vontade, levando nossos irmãos e irmãs diante de Deus, ou estamos dizendo coisas altissonantes e sem sentido quando fazemos sermões a fim de nos exibir, estamos pregando letras e doutrinas para fazer nossos irmãos e irmãs nos adorarem e nos admirarem? Quando irmãos e irmãs nos dão sugestões razoáveis, refletimos sobre os nossos problemas ou nos recusamos a aceitar as sugestões deles, a ponto de até darmos desculpas e tentarmos nos justificar? Pela autorreflexão, podemos ver que ainda existem muitas áreas em nosso serviço a Deus em que somos rebeldes e que ainda possuímos muitos caracteres corruptos que exigem que busquemos persistentemente a verdade a fim de que sejam resolvidos. Desse modo, podemos nos conduzir humildemente, podemos buscar mais a vontade de Deus em nosso trabalho e podemos liderar nossos irmãos e irmãs segundo as exigências de Deus. Se não formos capazes de chegar diante de Deus e refletir sobre nós mesmos com frequência, então fracassaremos em reconhecer as nossas corrupções e falhas e ainda acreditaremos que somos pessoas em busca da verdade. Estaremos, portanto, contentes em continuar assim e nos recusaremos a fazer qualquer progresso, nos tornaremos cada vez mais arrogantes e hipócritas, acreditando que somos segundo o coração de Deus. Na verdade, porém, as nossas ações e o nosso comportamento serão inaceitáveis para Deus, e Deus nos detestará. É possível ver, portanto, que o engajamento frequente na autorreflexão é muito importante e que a prática da verdade é construída sobre a fundação do autoconhecimento. Só tendo o conhecimento verdadeiro das próprias corrupções e falhas é que pode surgir remorso, e então estaremos dispostos a buscar a verdade e praticar as palavras de Deus. A autorreflexão é muito benéfica para o progresso da nossa vida e é a chave indispensável para nos aproximarmos de Deus.
Há muitas formas de refletirmos sobre nós mesmos: podemos refletir sobre nós mesmos à luz das palavras de Deus; podemos refletir sobre nós mesmos nos erros que cometemos na nossa vida diária; outras pessoas apontando as nossas falhas e corrupções é uma oportunidade mais excelente ainda de refletirmos sobre nós mesmos; além disso, quando vemos os erros cometidos por aqueles que nos cercam, também podemos refletir sobre nós mesmos, pegar aqueles erros como uma advertência, aprender as lições e ser beneficiados por elas, dentre outras coisas. A autorreflexão não se limita ao dia nem à noite. A qualquer hora e em qualquer lugar, podemos orar para Deus em nosso coração, refletir sobre as nossas corrupções e conhecê-las, podemos buscar a vontade e as exigências de Deus em Suas palavras e nos arrepender a tempo. Mas, antes de irmos para a cama todas as noites, devemos resumir e refletir sobre tudo que fizemos naquele dia, e então seremos capazes de ter uma compreensão mais clara do nosso estado e saber em quais coisas ainda não acertamos. Quando começarmos a fazer isso, a nossa busca será mais direcional e mais benéfica para estabelecer um relacionamento normal com Deus.
Irmãos e irmãs, os quatro pontos acima são o caminho da prática para nos aproximarmos de Deus. Enquanto colocarmos esses pontos em prática, o nosso relacionamento com Deus se estreitará mais, teremos um caminho de prática com as questões que encontrarmos, e Deus nos concederá paz e alegria e nos capacitará a viver em Suas bênçãos. Então, por que não começamos já?
Como cristãos, a oração é uma parte indispensável da nossa vida cotidiana e a maneira mais direta de se aproximar de Deus. Todos nós esperamos que as nossas orações sejam ouvidas pelo Senhor, muitas vezes, porém, não recebemos resposta de Deus nem sentimos Sua presença, e ficamos nos perguntando: Por que isso acontece? Por que Deus não ouve nossas orações? Que tipo de orações está em linha com a vontade de Deus? Tenhamos comunhão sobre isso hoje e, após resolvermos essas três questões, nossas orações poderão ser ouvidas por Deus.

Durante a maior parte do tempo, damos muita atenção a detalhes, como, por exemplo, à duração da nossa oração ou à nossa formulação, ou tentamos até demonstrar nossa determinação a Deus através de palavras agradáveis, mas raramente abrimos de verdade nosso coração a Deus. Por exemplo, costumamos dizer: “Deus, eu Te amarei, eu me despenderei por Ti e, não importa quão grandes sejam os perigos ou as adversidades que enfrente, eu não desistirei. Eu Te seguirei por toda a minha vida!” Ou: “Deus, Tuas palavras são a lâmpada à minha frente, a luz em minha senda, eu serei fiel à Tua palavra em tudo que faço e cumprirei a Tua vontade!” No entanto, quando nos deparamos com adversidades e contratempos, ou quando dificuldades aparecem em casa, muitas vezes, somos incapazes de colocar as palavras de Deus em prática e falta-nos o desejo de cumprir os Seus desejos. Muitas vezes, entendemos Deus errado, nos queixamos de Deus, ficamos desanimados e também O traímos e nos afastamos Dele. O fato de nos comportarmos dessa maneira em situações práticas testifica nossa falta de sinceridade em nossas orações a Deus, em vez disso, usamos palavras grandes, vazias e agradáveis numa tentativa de agradar a Deus. Fazemos isso também para que outros nos admirem, para que Deus e outros vejam que amamos a Deus e somos fiéis a Ele, mas, na verdade, nossas orações estão cheias de hipocrisia e enganação. São, em essência, uma tentativa de enganar a Deus e fazê-lo de bobo. Como podemos esperar que Deus ouça esse tipo de orações? Certa vez, Jesus contou esta parábola: “Dois homens subiram ao templo para orar; um fariseu, e o outro publicano. O fariseu, de pé, assim orava consigo mesmo: Ó Deus, graças te dou que não sou como os demais homens, roubadores, injustos, adúlteros, nem ainda com este publicano. Jejuo duas vezes na semana, e dou o dízimo de tudo quanto ganho. Mas o publicano, estando em pé de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, o pecador! Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo o que a si mesmo se exaltar será humilhado; mas o que a si mesmo se humilhar será exaltado” (Lucas 18:10-14). Não é difícil reconhecer que o fariseu orava de maneira vangloriosa, aparentemente inconsciente de seus próprios pecados, exibindo-se sob a premissa de sua boa conduta ostensiva. Ele estava servindo a si mesmo, gabando-se de sua lealdade a Deus, dizendo coisas agradáveis a Deus, exibindo-se diante de Deus, ao mesmo tempo em que depreciava o publicano (o coletor de impostos). Tal oração hipócrita jamais seria elogiada por Deus. A oração do publicano era sincera, admitindo abertamente os seus pecados a Deus, reconhecendo que ele era um pecador e expressando remorso. Ele também demonstrou uma disposição de se arrepender a Deus e implorou pela misericórdia de Deus. Ao reconhecer que ela continha sinceridade, Jesus elogiou a oração do publicano.
A parábola de Jesus nos diz que Deus detesta o uso de palavras vazias e vangloriosas ou de palavras que agradem ao ouvido para ganhar a graça de Deus ou para enganá-Lo. Deus deseja que exponhamos nosso coração e falemos o que realmente pensamos, que digamos a verdade e nos comuniquemos com Deus com sinceridade. O Senhor Jesus disse: “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade” (João 4:23-24). E outra passagem das palavras de Deus diz: “O padrão mais baixo que Deus exige das pessoas é que elas sejam capazes de abrir seus corações para Ele. Quando o homem oferece seu verdadeiro coração a Deus e diz a Deus o que realmente está dentro de seu coração, então Deus está disposto a operar no homem; Deus não quer o coração distorcido do homem, mas seu coração puro e honesto. Quando o homem não fala verdadeiramente com Deus o que está em seu coração, então Deus não toca no coração do homem nem opera nele. Portanto, o ponto mais crucial na oração é falar com Deus as palavras do seu verdadeiro coração, contando a Deus suas falhas, ou caráter rebelde, e se abrindo completamente a Deus. Somente então Deus estará interessado nas suas orações; caso contrário, então Deus ocultará Sua face de você” (de “Acerca da prática da oração”). Isso nos mostra que devemos ser abertos e sinceros com Deus, contar-Lhe nossos pensamentos mais íntimos e a verdade, contar a Deus nosso estado e nossos problemas verdadeiros e buscar a Sua orientação. Apenas então Deus ouvirá nossas orações. Quando oramos, podemos contar a Deus as nossas dificuldades e o sofrimento que enfrentamos em nossa vida e buscar a Sua vontade. Ou podemos nos colocar diante de Deus e nos abrir a Ele sobre nossas transgressões ou qualquer que seja a corrupção que revelamos a cada dia. Isso é ter um diálogo sincero com Deus em todas as questões. Quando, por exemplo, nos apaixonamos pelo mundo e desejamos seguir as tendências da sociedade, quando ficamos obcecados com prazeres mundanos e não conseguimos aquietar nossa mente diante de Deus, podemos orar a Ele: “Deus! Vejo que não amo a verdade em meu coração, em vez disso, estou sempre pensando no mundo deslumbrante lá fora. Mesmo quando estou numa reunião, em oração ou lendo as Tuas palavras, não consigo aquietar minha mente. Eu quero abandonar a carne, mas vejo que sou impotente para fazer isso. Deus! Que Teu espírito comova meu coração entorpecido, dando-me fé e força para prevalecer contra a tentação de Satanás e para acalmar meu coração diante de Ti”. Após várias orações sinceras como essa, o Espírito Santo nos guiará e levará a ver que seguir tendências sociais fará com que vivamos em pecado e nos distanciemos cada vez mais de Deus. O Espírito Santo também nos tocará e nos proverá com um coração de amor pela verdade. Então, seremos capazes de abandonar a carne de maneiras práticas e vencer a tentação e sedução de Satanás — esse é o resultado que podemos alcançar falando de coração na oração com Deus. No entanto, se não abrirmos nosso coração a Deus em oração e, em vez disso, tentarmos conquistar o favor de Deus e enganá-Lo usando palavras agradáveis ao ouvido, Deus não ouvirá nossa oração e não tocará nosso coração. Seremos incapazes de discernir ou vencer a tentação de Satanás e, inevitavelmente, seguiremos tendências malignas, distanciando-nos cada vez mais de Deus e sendo prejudicados por Satanás. Portanto, se quisermos que nossas orações sejam ouvidas por Deus, precisamos ser abertos e verdadeiros diante dele. Esse é o primeiro passo que devemos tomar.
Visto que fomos corrompidos por Satanás, estamos cheios do caráter satânico corrupto; somos egoístas, gananciosos, desonestos, enganosos e só temos nossos próprios interesses em mente. Em todas as coisas, colocamos o ganho pessoal acima de todas as outras coisas e, até mesmo na nossa fé, queremos cada vez mais graça e bênçãos de Deus. A maioria dos irmãos e irmãs acredita que, já que acreditamos em Deus, Ele deveria nos abençoar e agraciar e que, não importa o que peçamos, Ele deveria provê-lo. Muitas vezes, suplicamos e oramos a Deus por benefícios carnais como, por exemplo, a cura de uma doença, paz no lar ou um bom emprego para os nossos filhos. Quando desfrutamos de Sua graça, nós O louvamos com muita alegria, mas quando Ele não responde às nossas orações como queremos, nós reclamamos Dele. Alguma vez você já se perguntou se orar constantemente a Deus por nossos próprios interesses carnais é comunhão verdadeira com Deus, verdadeira adoração a Ele? A resposta é não. Esse tipo de orações é apenas uma tentativa de extrair bênçãos de Deus; é exigir coisas Dele e tentar fazer com que Ele aja de acordo com a nossa própria vontade. Não é trata-Lo como Deus. Esse tipo de orações só pode provocar a ira de Deus, e Ele não as ouve.

Como cristãos, não deveríamos buscar as bênçãos da carne ou tentar fazer com que Deus nos conceda mais graça e bênçãos. Pois essas coisas só nos permitem desfrutar uma boa fortuna mundana e transitória, mas não nos ajudam a crescer em nossa vida nem remotamente. Tampouco nos ajudam a alcançar verdadeira obediência e temor de Deus. Nossas orações e súplicas deveriam se concentrar mais em nosso entendimento da verdade, em colocar em prática as palavras de Deus e em crescer em nossa vida. Apenas esse tipo de oração está em linha com a vontade de Deus. O Senhor Jesus disse: “Não procureis, pois, o que haveis de comer, ou o que haveis de beber, e não andeis preocupados. Porque a todas estas coisas os povos do mundo procuram; mas vosso Pai sabe que precisais delas. Buscai antes o seu reino, e estas coisas vos serão acrescentadas” (Lucas 12:29-31). “O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos tenho dito são espírito e são vida” (João 6:63). A vontade de Deus para nós é que pratiquemos e vivamos Suas palavras e, através de Suas palavras, ganhemos a verdade e a vida para que possamos alcançar compatibilidade com Deus e ser capazes de entrar em Seu reino. Assim, nossas orações deveriam se concentrar em como praticar e experimentar as Suas palavras; dessa forma, Ele nos guiará ao passarmos por Sua obra, continuaremos a entender cada vez mais da verdade e seremos capazes de viver as palavras de Deus. Pense em como todos nós contamos mentiras com frequência e fazemos coisas enganosas a fim de proteger nossa reputação, nosso status, nossa riqueza ou nossos interesses. Estamos cientes de que isso é pecado, mas não conseguimos impedir que pequemos. Mesmo que não mintamos com nossas palavras, em nosso coração cogitamos o que dizer para proteger nosso nome, benefício e posição e o que devemos fazer para que nossos interesses não sejam comprometidos. Quando nos tornamos cientes de que possuímos um impulso para mentir ou fazer algo desonesto, devemos nos colocar diante de Deus e orar: “Ó Deus! Vi que sou incapaz de alcançar a simplicidade e honestidade de uma criança, mesmo assim, não consigo parar de mentir e enganar. Se eu continuar assim, certamente me odiarás. Deus! Preciso verdadeiramente de Tua salvação — peço que me guies para que eu possa ser uma pessoa honesta, e se eu voltar a mentir ou enganar, peço que me disciplines”. Após oferecer uma oração desse tipo, quando voltarmos a ter o desejo de mentir para o bem de nosso próprio interesse, sentiremos a repreensão do Espírito Santo dentro de nós. Perceberemos claramente que Deus exige que sejamos pessoas honestas e que Ele se alegra com aqueles que são honestos e os abençoa. Não devemos defender nossos próprios interesses, pois Deus se enoja com isso. Uma vez que percebemos tudo isso, somos capazes de expulsar do nosso coração nossas motivações astutas, buscar a verdade a partir dos fatos e dar nome aos bois. Se sempre praticarmos dessa maneira, antes de percebermos, estaremos mentindo cada vez menos e seremos capazes de entrar na realidade da verdade de ser uma pessoa honesta, um passo de cada vez. Esse é o fruto da oração para o crescimento na vida. O Senhor Jesus disse: “Pelo que eu vos digo: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á; pois todo o que pede, recebe; e quem busca acha; e ao que bate, abrir-se-lhe-á” (Lucas 11:9-10). Claramente, contanto que oremos a Deus pedindo entendimento da verdade e a capacidade de colocar as palavras de Deus em prática e tratarmos a entrada na verdade com extrema seriedade, Deus nos guiará para o entendimento da verdade e para a entrada na realidade da verdade, e nós seremos capazes de crescer aos poucos na nossa vida espiritual.
Às vezes, nós nos deparamos com questões em nossa vida que não estão em linha com nossas noções, como, por exemplo, problemas no trabalho ou em casa, ou talvez enfrentemos algum tipo de catástrofe. Quando essas coisas ocorrem, a maioria de nós pede que Deus retire esses ambientes desagradáveis e nos dê paz e felicidade. Mesmo que trabalhemos duro ou até desistamos de nossos relacionamentos e empregos para servir a Deus, quando nos deparamos com algo como uma doença mais grave, somos incapazes de nos acalmar, de dar testemunho e satisfazer a Deus. Em vez disso, oramos a Deus, implorando que Ele cure a nossa doença para que possamos nos livrar do tormento da doença o mais rápido possível. Quando Deus acolhe nosso pedido, nós Lhe agradecemos e O louvamos, mas quando Ele não nos cura, ficamos desanimados e decepcionados com Deus; vivemos em negatividade, reclamando Dele, e podemos até sentir o impulso de jogar pela janela os nossos esforços por Ele. Isso nos mostra que estamos apaixonados demais por nossos próprios interesses carnais; em nosso coração, não amamos ou desejamos satisfazer a Deus. Muitas vezes, fazemos pedidos insensatos em nossas orações, fazendo exigências a Ele de maneiras egoístas e abomináveis para que Ele faça as coisas de acordo com aquilo que nós queremos. De forma alguma adoramos o Criador a partir da posição apropriada de um ser criado. Por que Deus ouviria tais orações? Como, então, devemos orar para estarmos em linha com a vontade de Deus? Suas palavras nos guiam para essa senda: “Quando você encontrar dificuldades, apresse-se e ore a Deus: ‘Ó Deus! Desejo Te satisfazer, desejo suportar as dificuldades finais para satisfazer o Teu coração e, independente de quão grandes sejam os contratempos que eu encontre, ainda assim devo satisfazê-Lo. Mesmo que tenha que desistir de toda a minha vida, ainda assim devo satisfazer a Ti!’ Com esta resolução, quando você orar deste modo, conseguirá permanecer firme em seu testemunho” (de “Apenas amando a Deus é que verdadeiramente se crê em Deus”). “Você está machucado por dentro, e seu sofrimento atingiu certo ponto; ainda assim, você está disposto a achegar-se diante de Deus e orar, dizendo: ‘Oh, Deus! Não posso abandonar-Te. Embora haja trevas dentro de mim, desejo satisfazer-Te; Tu conheces meu coração, e eu gostaria que investisses mais do Teu amor dentro de mim’” (de “Somente experimentando refinamento o homem pode amar verdadeiramente a Deus”).

Quando passamos por dificuldades, devemos buscar a vontade de Deus e orar para que possamos dar testemunho e satisfazer a Deus. Devemos também ter a determinação de amar e satisfazer a Deus, estar dispostos a suportar sofrimento físico se isso significa dar testemunho de Deus, em vez de orar por nossos próprios interesses. Apenas esse tipo de oração está em linha com a vontade de Deus, e isso significa também ter o tipo de razão e consciência que nós devemos possuir como seres criados. Jó, por exemplo, perdeu todos os seus bens e seus filhos através de suas provações, e ele mesmo foi afligido por chagas da cabeça aos pés. Ele sofreu uma enorme dor física e emocional. Mas ele não se queixou a Deus perguntando por que Ele permitiu que ele sofresse tudo isso, tampouco pediu que Deus retirasse seu sofrimento. Em vez disso, ele se submeteu primeiramente e orou para buscar a vontade de Deus. Reconheceu que tudo que ele possuía não havia sido ganho através de seu próprio trabalho, mas tinha sido concedido por Deus; não importa se Deus dá ou retira, como seres criados devemos nos submeter naturalmente ao governo e aos arranjos de Deus. Não devemos fazer quaisquer exigências ou reclamações a Deus. Essa é a razão que nós devemos possuir como humanos. Jó disse: “Nu saí do ventre de minha mãe, e nu tornarei para lá. Jeová deu, e Jeová tirou; bendito seja o nome de Jeová” (Job 1:21). Jó acabou dando um testemunho retumbante de Deus ao confiar em sua reverência, obediência e fé em Deus. Devemos aprender com o exemplo de Jó e, quando encontrarmos algo que não esteja em linha com as nossas noções, devemos primeiro nos aquietar diante de Deus e correr e orar para buscar a vontade de Deus e orar para que possamos dar testemunho e satisfazer a Deus. Esse é o aspecto mais crítico da nossa prática. Dessa forma, Deus poderá nos guiar; Ele pode nos dar fé e força para nos ajudar a passar por qualquer situação que possamos enfrentar, para que possamos permanecer firmes em nosso testemunho em meio a provações.
Essas são as três questões que devemos resolver em nossa oração. Contanto que pratiquemos e entremos de acordo com esses princípios em nosso dia a dia, tenho certeza de que todos nós, irmãos e irmãs, colheremos recompensas que jamais ousamos imaginar.
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